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CORROSÃO ATMOSFÉRICA |
EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS |
INIBIDOR |
PROTEÇÃO CATÓDICA |
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REVESTIMENTO - METÁLICO E ORGÂNICO |
REVESTIMENTO - PINTURA INDUSTRIAL |
| SEÇÃO REVESTIMENTO - PINTURA INDUSTRIAL |
| T 006
AVALIAÇÃO DO SPC E DEFEITOS DE REVESTIMENTO EXTERNO EM DUTOS RESULTADOS, DIFICULDADES E RECOMENDAÇÕES |
| Autores: |
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Lásaro Moreira de Andrade
PETROBRAS/TRANSPETRO
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Sinopse:
O presente trabalho foi executado em 29 dutos da malha Bahia com diâmetros variando de 4 a 34 pol, existentes a partir de 1978 e perfazendo um total de 298 km de extensão inspecionados.
Em cumprimento ao Padrão de Integridade de Dutos da Petrobras, a Transpetro contratou e fiscalizou a execução dos serviços de avaliação do sistema de proteção catódica (SPC) passo-a-passo on-off, bem como, a avaliação e identificação de defeitos de revestimento utilizando técnicas eletromagnéticas de Atenuação de Corrente (AC) e DCVG (Direct Current Voltage Gradient) com a confirmação dos defeitos no campo através de serviços de escavação e reparo.
Pelo fato de ter sido realizada pela primeira vez esse tipo de avaliação e inspeção, muitas anormalidades e dificuldades foram encontradas durante a execução dos trabalhos de campo, tais como, retificadores deficientes, falta de juntas de isolamento, dutos em "curto" eletrolítico, PTEs desligados, etc.
Foram identificados um número acentuado de defeitos de revestimento devidamente caracterizados e georeferenciados, tendo sido correlacionados por amostragem para efeito de validação do relatório, cerca de 30 defeitos que foram confirmados através de escavação, inspeção visual e respectivo reparo do revestimento.
Visando inibir o processo corrosivo nas regiões com defeitos de revestimento, está sendo recomendado critérios de reparo de revestimento que abrange desde uma análise integrada de dados de inspeção, passando por ações corretivas, reforço e/ou reformulação do SPC até o reparo efetivo dos defeitos, visando garantir a integridade estrutural dos dutos.
Palavras-chave: Proteção Catódica, Revestimento, Dutos, On-Off, retificadors
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| T 001
DESEMPENHO DE PIGMENTOS ANTICORROSIVOS EM TINTAS ALQUÍDICAS |
| Autores: |
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W. S. Araujo (1)
O. R. Mattos (1)
I. C. P. Margarit (1,2)
F. L. Fragata (3)
(1) Universidade Federal do Rio de Janeiro, EE/COPPE/PEMM
(2) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola de Química/DPI
(3) Centro de Pesquisa da Eletrobrás
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Sinopse:
Nos últimos anos, o desenvolvimento tecnológico no setor de tintas tem sido intenso, não só no que diz respeito a novos tipos de resina e de outras matérias-primas, mas também, em relação a novos métodos de aplicação das mesmas. Um outro aspecto importante a ressaltar é que as restrições impostas pelas leis ambientais têm levado os fabricantes a desenvolverem novas formulações. Com efeito, a pesquisa de produtos naturais e atóxicos são de relevante interesse para a sociedade. Portanto, justifica-se uma avaliação mais detalhada desse aspecto específico, pois a substituição do zarcão, pigmento considerado de alto desempenho, é altamente aconselhada devido a sua toxidez. Adicionalmente o emprego de materiais mais compatíveis às condições de exposição diminui sobremaneira o risco de acidentes. O desempenho de pigmentos anticorrosivos em tintas alquídicas foi avaliado através de ensaios de exposição natural: em ambientes marinho e industrial, ensaio cíclico em laboratório (Ciclo Prohesion). As tintas especialmente formuladas para este trabalho foram médias-longas em óleo de soja com diferentes pigmentos, a saber: óxido de ferro vermelho, fosfato de zinco e zarcão. Foram abordados aspectos relativos ao mecanismo de atuação de pigmentos. As técnicas empregadas foram medidas de potencial de circuito aberto, curvas de polarização em soluções saturadas dos pigmentos e extratos aquosos dos filmes de tintas e impedância eletroquímica. Essas técnicas foram complementadas com testes de permeabilidade ao vapor d'água e a íons. As curvas de polarização indicaram que o zarcão age como inibidor anódico somente quando no extrato do filme. Esse resultado foi coerente aos obtidos na literatura. Os extratos do filme de tinta com óxido de ferro também apresentaram inibição anódica devido à presença do agalmatolito. O fosfato de zinco não apresentou qualquer tipo de inibição quando colocado no extrato do filme, a inibição foi observada somente no filme. Os ensaios de permeabilidade ao vapor d'água e a íons, juntamente com a impedância eletroquímica dos filmes livres e das amostras pintadas permitiram separar o comportamento das tintas estudadas. As tintas com zarcão apresentaram a melhor resistência e menor permeabilidade, enquanto as tintas com óxido de ferro apresentaram menor permeabilidade e menor resistência. As tintas com fosfato de zinco apresentaram um comportamento intermediário. Nos ensaios de desempenho, nenhuma diferença significativa foi observada entre o desempenho da tinta alquídica pigmentada com zarcão (tóxico) e a tinta alquídica pigmentada com fosfato de zinco (atóxico).
Palavras-chave: pigmento, revestimento, tintas alquídicas
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| T 002
DESENVOLVIMENTO E ESTUDOS DE TINTAS EPÓXIS ANTICORROSIVAS ECOLOGICAMENTE CORRETAS |
| Autores: |
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Oliveira, A.S.L.
Lima-Neto, P.
Margarit, I.S.P.
Mereniuk, S.
Depto. Química Analítica e Físico-Química da UFC
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Sinopse:
Esse trabalho busca desenvolver tintas com alternativas de utilização de pigmentos tóxicos e matérias-primas ditas ecologicamente corretas. Neste sentido este trabalho descreve o desenvolvimento e estudo de tintas ecologicamente corretas formuladas usando fosfato de zinco (ZP), molibdato de zinco (ZM), molibdato de zinco e cálcio (ZCM), fosfomolibdato de zinco (ZMP) e fosfomolibdato de zinco e cálcio (ZCMP), como alternativas seguras aos pigmentos anticorrosivos tradicionais. Adicionalmente, considerações ambientais têm limitado o uso de tintas organossolúveis devido estas contribuírem para a poluição atmosférica e problemas de saúde. Assim, resinas epóxis hidrossolúveis foram usadas na formulação das tintas epóxis anticorrosivas. O principal objetivo deste trabalho é empregar pigmentos de molibdatos para checar sua eficiência contra corrosão em tintas hidrossolúveis. Todas as tintas foram formuladas com 16% (v/v) de resina epóxi, 7,5% (v/v) de pigmentos anticorrosivos, e demais componentes e aditivos para manter a relação de PVC/CPVC em 0,8. A espessura da película seca de tinta nos painéis ficou em aproximadamente 120 m. O desempenho das tintas foi monitorado por impedância eletroquímica durante os testes de imersão, de exposição atmosférica e de câmara acelerado de névoa salina. A estabilidade térmica foi estudada por análise térmica e calorimetria exploratória diferencial. Os diagramas de impedância de todas as tintas mostraram somente um arco capacitivo, com os valores de impedância maiores que 109 cm2. os valores de capacitância variaram entre 10-6 e 10-10 Fcm-2. As medidas eletroquímicas sugerem que a combinação do molibdato e fosfato fornecem as melhores propriedades inibidoras às tintas. Foi verificado que os pigmentos anticorrosivos afetam de forma positiva a estabilidade térmica da tinta
Palavras-chave: tintas, epóxis hidrossolúveis, molibdatos, corrosão
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| T 003
FATORES QUE PODEM IMPLICAR EM FALHAS PREMATURAS DE PINTURA INTERNA in situ DE DUTOS |
| Autores: |
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Joaquim Pereira Quintela (1)
Fernando de Loureiro Fragata (2)
Cristina da Costa Amorim - (2)
Magda Martins Vieira (1)
Gerson Vianna Vieira (1)
(1) PETROBRAS/CENPES/PEP/TMEC
(2) CEPEL
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Sinopse:
Recursos em tecnologia de revestimento vêm sendo utilizados para aumentar a vida útil dos dutos, garantir a qualidade do produto transportado, aumentar a confiabilidade operacional, reduzir os custos de manutenção, os riscos pessoais, patrimoniais e danos ambientais. Paralelamente, em virtude do envelhecimento natural dos dutos e, principalmente, dos problemas operacionais inerentes à atividade, tecnologias mais avançadas, como o processo de revestimento interno in situ, vêm se tornando um método importante de reabilitação de dutos em operação.
Este trabalho tem como objetivo estudar os principais fatores que influenciam o bom desempenho de um esquema de pintura interna in situ, evitando a ocorrência de falhas prematuras em dutos utilizados no transporte de gás, óleo e derivados.
Palavras-chave: Revestimentos, Pintura, Proteção interna, Corrosão, Duto
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| T 004
PINTURA INTERNA IN-SITU DE EPÓXI EM OLEODUTO - AVALIAÇÃO E RESULTADOS |
| Autores: |
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Lásaro Moreira de Andrade
Marly Lachtermacher
Byron Gonçalves de Souza Filho
PETROBRAS/TRANSPETRO
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Sinopse:
A Petrobras através do seu Centro de Pesquisa (CENPES) têm procurado buscar no mercado nacional e internacional, novas tecnologias de revestimento interno de dutos visando minimizar a corrosão, reduzir o fator de fricção e melhoria na qualidade do produto transportado.
Com esse objetivo, em 2002 foi executado uma aplicação pioneira de limpeza e pintura interna in-situ em duto existente com diâmetro 14pol e 36 km de extensão.
Em decorrência do estado crítico de corrosividade interna do duto, os procedimentos de limpeza e pintura tiveram que ser reformulados, acarretando como consequência, o aumento significativo do prazo e dos custos do projeto.
Logo no reinício de operação do duto com nafta, foi detectado o descolamento de placas de tinta em alguns trechos do duto quando foi tomada a decisão de parada de operação para limpeza e inspeção interna com vídeo-câmera.
Em função dessa irregularidade, foi elaborado um procedimento de operação assistida com uso de inibidor de corrosão, monitoração de corrosividade do produto, passagens de pigs limpeza e controle operacional do produto visando minimizar consequências e riscos.
Após decorrido 1 ano de operação, apresentamos um quadro da situação do duto quanto sua integridade, através de monitoração e controle da corrosividade, testes de eficiência do inibidor e plano de passagem de pig limpeza e de pig instrumentado magnético para detecção de defeitos por corrosão.
Palavras-chave: Pintura, In-Situ, Corrosão, Pig, Limpeza
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| T 007
REDUCCIÓN DE LA TOXICIDAD DE LAS PINTURAS ANTIINCRUSTANTES UTILIZANDO TIOCIANATO CUPROSO |
| Autores: |
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Guillermo Blustein
Beatriz del Amo
Mónica García
Miriam Pérez
Roberto Romagnoli
Mirta Stupak
CIDEPINT - Centro de Investigación y Desarrollo en Tecnología de Pinturas, Argentina
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Sinopse:
El asentamiento de organismos incrustantes sobre estructuras sumergidas ("biofouling") provoca graves incovenientes, como por ej. la pérdida de la hidrodinámica en las embarcaciones, aumento en el consumo de combustible, a la vez que favorece el inicio de los procesos de corrosión por formación de celdas de aireación diferencial en la superficie metálica.
La aplicación de pinturas "antifouling" es el método más usado para el control de las incrustaciones. En su formulación se incorporan pigmentos biocidas que son liberados lentamente al mar generando una interface tóxica, siendo el óxido cuproso el más ampliamente empleado.
Se desarrolló una línea de investigación orientada hacia la búsqueda de compuestos antiincrustantes "amigables" con el medio ambiente. Con esta finalidad se realizaron experiencias utilizando tiocianato cuproso, compuesto blanco con propiedades "antifouling". Se formularon y ensayaron pinturas que fueron evaluadas en laboratorio y en el mar. Se logró reducir el contenido de cobre en 3,32 veces con respecto a una pintura tradicional a base de óxido cuproso.
Por otra parte, con el objeto de obtener una disminución más marcada en el contenido de cobre, se prepararon pigmentos precipitando una capa delgada de tiocianato cuproso sobre núcleos de pigmentos inorgánicos no tóxicos. Los resultados obtenidos demostraron que estas pinturas son tan efectivas como las de óxido cuproso pero con un contenido de cobre 35 veces menor. Con la utilización de estos pigmentos se logra además una considerable reducción de costos y menor contaminación marina.
Palavras-chave: pinturas antiincrustantes, "biofouling", tiocianato cuproso
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| T 008
TRATAMENTO ANTICORROSIVO EM PÓRTICOS EQUIPAMENTOS DE 460 KV/345KV EM REGIME ENERGIZADO NA SE EMBÚ GUAÇU |
| Autores: |
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Carlos Eduardo Arteze
Mário Carlos Andreoli
CTEEP - Transmissão Paulista
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Sinopse:
O trabalho tem por objetivo apresentar os serviços de tratamento anticorrosivo nos pórticos e equipamentos de 460 kV/345kV em regime energizado na SE Embú Guaçú, descrevendo os processos de manutenção e de segurança adotados, os procedimentos, a infra estrutura necessária, a relação custo benefício na execução dos serviços em regime energizado em relação aos sistemas convencionais de pintura. A CTEEP vem desenvolvendo há mais de 17 anos a recuperação através de tratamento anticorrosivo dos pórticos e suportes de equipamentos de Subestação, através do tratamento de superfície por jateamento seco e posteriormente úmido, porém tendo-se em vista as dificuldades crescentes para o desligamento de equipamentos da rede básica e das condições climáticas desfavoráveis de alguma subestações, influindo diretamente no processo de tratamento superfície e aplicação de esquema de pintura, torna-se praticamente inviável a execução dos serviços em regime desenergizado. A Subestação de Embú Guaçú localiza-se nas proximidades de região litorânea com alto índice umidade relativa do ar reduzindo o tempo disponível para execução dos serviços. A CTEEP tentou realizar o tratamento da Subestação de Embú-Guaçú através da contratação do serviço convencional mas diversas empresas contratadas, abandonaram o serviço em virtude da baixa produção devido: as condições climáticas locais que restringiram o tempo de pintura, pois a umidade relativa do ar era superior a 85% na maior parte do horário útil destinado a pintura. Portanto a CTEEP desenvolveu junto a empresas prestadoras de serviço de Linha Viva uma metodologia de trabalho inédita nesse tipo de estrutura. Através de projeto piloto, contratamos inicialmente 730 m2 de estruturas metálicas da Subestação de Embú-Guaçú, para em seguida contratar 30.000 m2 de serviços de tratamento anticorrosivo em regime energizado. Devido a dificuldades operativas, procuramos viabilizar a recuperação das estruturas metálicas em estado avançado de corrosão, principalmente em bays onde não se consegue realizar desligamento e em conjunto a recuperação de peças de aço carbono muito oxidadas através do serviço de caldeiraria. O processo utilizado consiste no jateamento com areia seca, confinado em um ambiente sob tratamento através do isolamento com lonas plásticas, mantendo o ambiente externo isento de qualquer contaminação. O processo exigiu um cuidado extremo quando da montagem do andaime tubular na viga dos pórticos, utilizando-se tubos e conexões especiais com sistema autobloqueante tipo kibloc projetado e fornecido pela Rohr, especialmente para a situação deste trabalho. As lonas plásticas para o confinamento e as tábuas para o piso foram instaladas no limite do potencial de terra, antes do primeiro isolador de disco, permitindo aos operadores de jato e pintura trabalhar com liberdade suficiente para atender os requisitos de segurança e qualidade .
Palavras-chave: Revestimentos, Pintura, Proteção anticorrosiva, Corrosão
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| T 005
ZINC HYPOPHOSPHITE AS SUITABLE ADDITIVE FOR ANTICORROSIVE PAINTS |
| Autores: |
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G. Blustein (1)
M. C. Deya (1)
R. Romagnoli (2)
B. del Amo (2)
(1) CONICET
(2) Laboratorio de Estudios Electroquímicos, Centro de Investigación y
Desarrollo en Tecnología de Pinturas (CIDEPINT), La Plata, Argentina
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Sinopse:
The objetive of this paper was to evaluate the effect of incorporating a little amount of zinc hypophosphite to anticorrosive paints formulated with zinc phosphate. The anticorrosive performance of a commercial product containing both substances and zinc oxide was evaluated. Previously the exact composition of this commercial pigment was established by current analytical techniques and FTIR.
The inhibitive properties of each one of the pigments and of a mixture of them were studied in aqueous suspensions by means of suitable electrochemical measurements, employing a steel electrode. The morphology and composition of the protective layer formed on steel immersed in a suspension of the each pigment and in a mixture of them were studied by scanning electron microscopy (SEM) and energy dispersive X-ray analysis (EDXA).
Anticorrosive paints were formulated using solvent (alkyd and epoxy/polyamide) and water-borne (epoxy/poliamidoamin) resins. The anticorrosive pigment was the commercial blend composed by zinc hypophosphite, zinc phosphate and zinc oxide. The active pigment content was 30% by volume with respect to the total pigment concentration. The PVC/CPVC (pigment volume concentration/critical pigment volume concentration) ration used was 0.8 for the solvent borne paints. A PVC of 17.1% was used in the case of the water-borne paint, in order to enhance its barrier properties.
Painted panels were evaluated by accelerated (salt spray cabinet and humidity chamber) and electrochemical (corrosion potential, ionic resistance and polarization resistance) tests.
The results show that the addition of zinc hypophosphite to zinc phosphate enhance the performance of the alkyd paint in a very striking way. The epoxy paints have a better behaviour when zinc hypophosphite is use as an additive, while the behaviour of the water-borne paints is not affected by the incorporation of zinc hypophosphite to the pigment formuala. Perhaps, the most outstanding feature is that the employment of zinc hypophosphite allowed to reduce the zinc phosphate content with concomitant money saving.
Palavras-chave: corrosion, anticorrosive pigments, accelerated tests, zinc hypophosphite
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